sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

XXI

Tem dia que eu cago mole,
Tem dia que eu cago duro
(Não é a gente que escolhe).
Tem dia que eu cago escuro,

Tem dia que eu cago claro.
Tem dia que é diferente
(Mas isto é bastante raro):
Não cago absolutamente.

Mas nada é melhor que quando,
Depois de cagar bonito,
Passo-me o papel e... nada!

Queda níveo, venerando,
Puro, sem qualquer detrito,
A despeito da cagada.
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